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O perigo ‘fofinho’: o que você não sabe sobre as capivaras de Florianópolis

Monitoramento de áreas críticas para prevenir proliferação de capivaras em bairros
20/08/2025 - 10:37 - Atualizada em: 20/08/2025 - 10:37
Não é só um bicho simpático: por que as capivaras viraram um caso de saúde pública em Florianópolis
Não é só um bicho simpático: por que a capivara virou um caso de saúde pública em Florianópolis (Foto: Banco de Imagens)

O aumento da população de capivaras nas áreas urbanas de Florianópolis trouxe um desafio que vai além do impacto ambiental.

Esses roedores, comuns nas margens de rios e lagoas, são hospedeiros de parasitas que podem transmitir doenças graves aos seres humanos.

Embora os casos registrados na capital catarinense sejam pouco frequentes, municípios vizinhos já enfrentaram problemas mais sérios, como surtos de febre maculosa, levando a decretos de emergência e aplicação de medidas preventivas.

Monitoramento constante para prevenção

Mesmo com baixa ocorrência de doenças relacionadas às capivaras na cidade, o risco não pode ser ignorado.

Os carrapatos associados a esses animais podem se deslocar e atingir pessoas e animais domésticos, ampliando a possibilidade de transmissão.

Por isso, manter ações permanentes de vigilância epidemiológica é fundamental para evitar que casos isolados evoluam para problemas mais graves.

Informação como forma de proteção

Campanhas educativas, avisos em áreas de risco e orientações à população são recursos essenciais para diminuir o contato direto entre humanos e capivaras.

Iniciativas públicas já vêm sendo realizadas para alertar sobre cuidados simples, como evitar se aproximar, não alimentar os animais e manter distância segura das áreas onde eles costumam circular.

Estratégias conjuntas de manejo

Planos elaborados com a participação de órgãos ambientais, de saúde e instituições de ensino buscam equilibrar a proteção da fauna com a segurança da população.

Essas estratégias incluem o mapeamento de áreas com maior concentração dos animais, a instalação de placas informativas e a discussão sobre métodos de controle populacional autorizados por lei.

Participação da comunidade e transparência

Reuniões e audiências públicas têm permitido que moradores e especialistas discutam o problema de forma aberta.

Embora as autoridades afirmem que não há situação de emergência, há consenso de que medidas preventivas precisam ser contínuas.

A troca de informações e o envolvimento da sociedade são pontos-chave para que as ações sejam eficazes e respeitem tanto a saúde pública quanto o meio ambiente.

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