Greve em Florianópolis: saúde e educação continuam impactadas nesta terça-feira
A greve deflagrada em Florianópolis segue interrompendo serviços nesta terça-feira (5). Os setores afetados são os da educação e da saúde.
O movimento foi deflagrado pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público (Sintrasem) após a categoria rejeitar a proposta apresentada pelo Executivo para a pauta de reivindicações da data-base. A prefeitura apontou uma queda no número de grevistas no setor da educação nesta terça.
Como está a greve em Florianópolis?


Ao todo, 11,98% dos profissionais da saúde aderiram à paralisação nesta terça, segundo a prefeitura. Confira abaixo a lista completa. Procurado pela reportagem da CBN Floripa, o Sintrasem não retornou até o fechamento da matéria. O espaço segue aberto.
Greve em Florianópolis é considerada ilegal
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) determinou, na última quinta-feira (30), a ilegalidade da greve dos servidores municipais de Florianópolis, iniciada pelo Sintrasem.
A decisão determina um prazo de 24 horas para o restabelecimento dos serviços públicos afetados pela paralisação.
Greve em Florianópolis: como está a educação?
Escolas Básicas Municipais (EBMs):
- Unidades com atendimento – 41
- Unidades sem atendimento – 0
- Porcentagem de profissionais em greve – 22,3%
Núcleo de Educação Infantil Municipal (NEIMs)
- Unidades com atendimento – 80
- Unidades sem atendimento – 4
- Porcentagem de profissionais em greve – 20,5%
Greve em Florianópolis: como está a saúde?
- Porcentagem de profissionais em greve – todos os serviços – 11,98%%
- Centros de Saúde com maior percentual – Saco Grande, Novo Continente, Cachoeira do Bom Jesus, Alto Ribeirão.
Antes de sair de casa, pacientes devem procurar o Alô Saúde Floripa para tirar dúvidas sobre o funcionamento do serviços e também solucionar o que for possível de forma remota, pelo 0800 333 3233.
*Sob supervisão de Vitória Hasckel