Greve em Florianópolis: 13 creches paralisaram nesta quarta-feira
A greve deflagrada em Florianópolis segue interrompendo serviços nesta quarta-feira (6). Os setores afetados são os da educação e da saúde.
O movimento foi deflagrado pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público (Sintrasem) após a categoria rejeitar a proposta apresentada pelo Executivo para a pauta de reivindicações da data-base.
A prefeitura apontou um aumento no número de creches afetadas nesta quarta. Ao menos 13 unidades têm o serviço impactado em Florianópolis.
Como está a greve em Florianópolis?


Ao todo, 11,80% dos profissionais da saúde aderiram à paralisação nesta quarta, segundo a prefeitura. Confira abaixo a lista completa. Procurado pela reportagem da CBN Floripa, o Sintrasem não retornou até o fechamento da matéria. O espaço segue aberto.
Greve em Florianópolis é considerada ilegal
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) determinou, na última quinta-feira (30), a ilegalidade da greve dos servidores municipais de Florianópolis, iniciada pelo Sintrasem.
A decisão determina um prazo de 24 horas para o restabelecimento dos serviços públicos afetados pela paralisação.
Greve em Florianópolis: como está a educação?
Escolas Básicas Municipais (EBMs):
- Unidades com atendimento – 41
- Unidades sem atendimento – 0
- Porcentagem de profissionais em greve – 21,3%
Núcleo de Educação Infantil Municipal (NEIMs)
- Unidades com atendimento – 71
- Unidades sem atendimento – 13
- Porcentagem de profissionais em greve – 24,3%
Greve em Florianópolis: como está a saúde?
- Porcentagem de profissionais em greve – todos os serviços – 11,80%%
- Centros de Saúde com maior percentual – Saco Grande, Novo Continente, Ponta das Canas, Rio Tavares.
- CAPS com serviço afetado: CAPS AD ILHA.
Antes de sair de casa, pacientes devem procurar o Alô Saúde Floripa para tirar dúvidas sobre o funcionamento do serviços e também solucionar o que for possível de forma remota, pelo 0800 333 3233.
*Sob supervisão de Vitória Hasckel