Trilha em que professora foi morta em Florianópolis terá câmeras de monitoramento
A trilha da praia do Matadeiro, em Florianópolis, passará a ter câmeras de monitoramento com inteligência artificial. A professora e pesquisadora Catarina Kasten foi estuprada e assassinada no local em novembro de 2025.
A tradicional trilha do sul da Ilha é conhecida por ligar a praia da Armação com a praia do Matadeiro. O local é frequentado diariamente por dezenas de turistas no verão. A região é conhecida por ser mais tradicional e calma na cidade.
Medida foi informada pela Prefeitura
A mudança na trilha foi anunciada pela prefeitura na sexta-feira (23). Os postes para suportes das câmeras serão instalados na entrada na trilha, logo após a ponte, e na saída que dá acesso à praia.
De acordo com o município, a medida é parte de uma estratégia de “cercamento digital”, com um sistema integrado que espelha câmeras da cidade na base da Guarda Municipal. O objetivo da ação é coibir ilegalidades e diminuir o tempo de resposta a crimes.
Relembre o caso Catarina Kasten
A jovem professora e pesquisadora, Catarina Kasten, de 31 anos, foi encontrada morta na trilha da Praia do Matadeiro, em Florianópolis, no dia 21 de novembro. Ela havia saído para uma aula de natação e não retornou no horário previsto, o que levou o companheiro a procurar a Polícia Militar (PM). Horas depois, seu corpo foi localizado com sinais de violência.
Giovane Correa Mayer, de 21 anos, foi identificado como suspeito e confessou os crimes. Ele segue preso preventivamente e sendo investigado por outros crimes.