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Tiroteio em Florianópolis: policial militar atingido recebe alta hospitalar

Agente do Bope foi baleado na noite de terça-feira (14) ao interceptar carro com criminosos fortemente armados na Capital
15/04/2026 - 10:10 - Atualizada em: 15/04/2026 - 10:10
Grupo planejava fazer uma execução. (Foto: Divulgação, PM)

O policial do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) que foi baleado durante um intenso tiroteio na noite de terça-feira (14), em Florianópolis, já está em casa. Após ser socorrido e encaminhado ao Hospital Celso Ramos, no Centro da cidade, o agente apresentou melhora no quadro clínico e recebeu alta médica na madrugada desta quarta-feira (15). Ele passa bem e se recupera do ferimento.

O policial foi atingido durante uma operação de alto risco na região continental da Capital. A ação conjunta entre o Bope e o Batalhão de Choque ocorreu para impedir o que seria um atentado violento planejado por uma organização criminosa.

O confronto e as mortes

A polícia montou um cerco após o setor de inteligência receber informações de que três homens armados circulavam pela região com a intenção de executar um alvo. Quando as guarnições localizaram o veículo suspeito e tentaram fazer a abordagem, os ocupantes tentaram fugir e abriram fogo contra os policiais.

A equipe do Bope revidou os disparos, iniciando um confronto direto. Os três homens que estavam no carro foram atingidos no tiroteio. O socorro médico chegou a ser acionado para o local, mas os suspeitos não resistiram aos ferimentos e morreram na via.

Durante a troca de tiros, o agente do Bope foi ferido, mas o rápido resgate dos próprios colegas garantiu que ele chegasse ao hospital com o quadro estável.

Arsenal e carro clonado

Após o fim do tiroteio, a perícia da Polícia Científica confirmou o nível de preparação do grupo criminoso. O carro utilizado pelos suspeitos tinha registro de roubo e circulava com placas falsas (clonado).

Dentro do veículo, os policiais encontraram um arsenal preparado para o crime: três armas de fogo, carregadores alongados e mais de 100 munições. Além disso, o grupo carregava um machado, facas, recipientes com combustível e lacres de plástico que seriam usados como algemas, que segundo informações seriam usadas para sequestrar e assassinar um homem.

*Sob supervisão de Vitória Hasckel

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