Tiroteio em Florianópolis: policial militar atingido recebe alta hospitalar
O policial do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) que foi baleado durante um intenso tiroteio na noite de terça-feira (14), em Florianópolis, já está em casa. Após ser socorrido e encaminhado ao Hospital Celso Ramos, no Centro da cidade, o agente apresentou melhora no quadro clínico e recebeu alta médica na madrugada desta quarta-feira (15). Ele passa bem e se recupera do ferimento.
O policial foi atingido durante uma operação de alto risco na região continental da Capital. A ação conjunta entre o Bope e o Batalhão de Choque ocorreu para impedir o que seria um atentado violento planejado por uma organização criminosa.
O confronto e as mortes
A polícia montou um cerco após o setor de inteligência receber informações de que três homens armados circulavam pela região com a intenção de executar um alvo. Quando as guarnições localizaram o veículo suspeito e tentaram fazer a abordagem, os ocupantes tentaram fugir e abriram fogo contra os policiais.
A equipe do Bope revidou os disparos, iniciando um confronto direto. Os três homens que estavam no carro foram atingidos no tiroteio. O socorro médico chegou a ser acionado para o local, mas os suspeitos não resistiram aos ferimentos e morreram na via.
Durante a troca de tiros, o agente do Bope foi ferido, mas o rápido resgate dos próprios colegas garantiu que ele chegasse ao hospital com o quadro estável.





Arsenal e carro clonado
Após o fim do tiroteio, a perícia da Polícia Científica confirmou o nível de preparação do grupo criminoso. O carro utilizado pelos suspeitos tinha registro de roubo e circulava com placas falsas (clonado).
Dentro do veículo, os policiais encontraram um arsenal preparado para o crime: três armas de fogo, carregadores alongados e mais de 100 munições. Além disso, o grupo carregava um machado, facas, recipientes com combustível e lacres de plástico que seriam usados como algemas, que segundo informações seriam usadas para sequestrar e assassinar um homem.
*Sob supervisão de Vitória Hasckel