SC é destaque em ranking das cidades mais seguras do Brasil; veja lista
Florianópolis foi apontada como a capital mais segura do Brasil, seguida por Brasília, São Paulo e Porto Alegre, segundo o Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil, divulgado pela MySide. Além disso, outras cinco cidades catarinenses aparecem entre as 30 com menores índices de violência do país.
Santa Catarina também é destaque no Anuário e aparece como o Estado mais seguro do Brasil.
O levantamento, que considera o número de assassinatos a cada 100 mil habitantes com base na metodologia da Organização Mundial da Saúde (CID-10), mostra o Estado catarinense em primeiro lugar, seguido por São Paulo e Distrito Federal, sucessivamente.
Cidades mais seguras do Brasil
De acordo com o levantamento, Brusque ocupa o primeiro lugar geral entre todos os municípios brasileiros, seguida por Jaraguá do Sul, em segundo, e Tubarão, em terceiro. Blumenau aparece na 12ª posição, Palhoça na 22ª e Criciúma em 29º lugar.
Veja lista completa
- 1º Brusque (SC)
- 2º Jaraguá do Sul (SC)
- 3º Tubarão (SC)
- 4º Santana de Parnaíba (SP)
- 5º Birigui (SP)
- 6º Atibaia (SP)
- 7º Ituiutaba (MG)
- 8º Valinhos (SP)
- 9º Salto (SP)
- 10º Bragança Paulista (SP)
- 11º Votorantim (SP)
- 12º Blumenau (SC)
- 13º Itatiba (SP)
- 14º Santa Bárbara d’Oeste (SP)
- 15º Indaiatuba (SP)
- 16º São José dos Campos (SP)
- 17º Jandira (SP)
- 18º Itapetininga (SP)
- 19º Araraquara (SP)
- 20º Lavras (MG)
- 21º São Bernardo do Campo (SP)
- 22º Palhoça (SC)
- 23º Barueri (SP)
- 24º Várzea Paulista (SP)
- 25º Francisco Morato (SP)
- 26º Jundiaí (SP)
- 27º Tatuí (SP)
- 28º São Caetano do Sul (SP)
- 29º Criciúma (SC)
- 30º Barretos (SP)
Apenas cidades com mais de 100 mil habitantes foram incluídas, garantindo maior confiabilidade nos resultados.
Cidades mais seguras com população entre 200 mil e 500 mil de habitantes
Já no ranking geral, com as dez cidades mais seguras com população entre 200 mil e 500 mil habitantes, Blumenau conquista a liderança, em primeiro lugar. Palhoça aparece na quarta posição e Criciúma em sétimo.
Veja lista completa
- 1º Blumenau (SC)
- 2º Indaiatuba (SP)
- 3º Araraquara (SP)
- 4º Palhoça (SC)
- 5º Barueri (SP)
- 6º Jundiaí (SP)
- 7º Criciúma (SC)
- 8º Marília (SP)
- 9º Praia Grande (SP)
- 10º Piracicaba (SP)
Cidades mais seguras com população entre 500 mil e 1 milhão de habitantes
Santa Catarina também é destaque entre as cidades mais seguras com população entre 500 mil e 1 milhão de habitantes. Em terceiro lugar está Joinville, enquanto Florianópolis ocupa a sétima posição.
Veja lista completa
- 1º São José dos Campos (SP)
- 2º São Bernardo do Campo (SP)
- 3º Joinville (SC)
- 4º Ribeirão Preto (SP)
- 5º Osasco (SP)
- 6º Juiz de Fora (MG)
- 7º Florianópolis (SC)
- 8º Uberlândia (MG)
- 9º Sorocaba (SP)
- 10º São Gonçalo (RJ)
Cidades mais seguras de Santa Catarina
Por fim, o Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil, divulgado pela MySide, pontua as dez cidades mais seguras de Santa Catarina, com mais de 100 mil habitantes.
Veja lista completa
- 1º Brusque
- 2º Jaraguá do Sul
- 3º Tubarão
- 4º Blumenau
- 5º Palhoça
- 6º Criciúma
- 7º Camboriú
- 8º Joinville
- 9º Lages
- 10º Florianópolis







Como são definidas as cidades mais seguras do Brasil
O estudo considera a taxa de homicídios por 100 mil habitantes, com base em dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), vinculado ao Ministério da Saúde, e nas estimativas populacionais do IBGE.
Segundo a MySide, a pesquisa tem o objetivo de oferecer informações seguras para quem busca decidir onde morar. “Antes de escolher onde morar, é natural que as pessoas se perguntem: ‘essa cidade é segura para mim e minha família?’. Foi com base nesse tipo de dúvida que a MySide decidiu criar este estudo”, explica o relatório.
“Transformamos essa pergunta em um compromisso anual: reunir, analisar e divulgar indicadores confiáveis sobre a segurança das cidades brasileiras”, destaca o texto.
Ainda conforme o documento, a metodologia prioriza a comparabilidade e independência institucional, utilizando apenas dados oficiais do Ministério da Saúde e do IBGE.
O relatório também cita que, embora existam outras fontes sobre segurança pública, os registros de mortalidade seguem padrões auditados e são reconhecidos internacionalmente por sua consistência.
Por fim, o estudo ressalta que a taxa de homicídios, apesar de ser um indicador central, não representa todos os aspectos da segurança.
Crimes patrimoniais, violência interpessoal e percepção de risco também influenciam a sensação de segurança, mas ainda não há bases nacionais padronizadas para permitir comparação entre os municípios.