“Roupa me machuca”: Dani Valente revela rotina difícil com fibromialgia
A atriz Dani Valente, de 48 anos, abriu o coração ao revelar os desafios que enfrenta diariamente desde que recebeu o diagnóstico de fibromialgia, em 2016. Morando nos Estados Unidos e afastada da TV, ela contou como as dores crônicas e a fadiga impactam a rotina. As informações são do portal O Globo.
“Eu fico exausta e com a mente sobrecarregada, posso ter uma crise. A roupa me machuca, a alça do sutiã queima, o elástico da calcinha incomoda. Aí eu preciso dar uma sumida, ficar deitada, entrar em uma banheira quente”, relatou Valente.
Fibromialgia e mudança para os EUA
A mudança para Orlando, nos Estados Unidos, em 2022, também marcou uma transformação espiritual, conforme relatou ao O Globo.
Ao lado do marido, o ator e filho de Marília Gabriela, Christiano Cochrane, e da filha, Valentina, Dani conheceu a igreja Vida Church e diz ter vivido uma experiência divina.
“Quando cheguei, a dor era tanta que eu usava bengala. Algumas amigas me chamaram para o grupo e começaram a orar por mim. O Christiano estava viajando na época, e elas vinham aqui, cuidavam de mim, ajudavam com as atividades da Valentina. Comecei a orar e tive um encontro muito bonito com Jesus”.
A atriz explica que a fé trouxe força para enfrentar os sintomas da fibromialgia. “Por coincidência, fui fazer constelação familiar e recebi uma mensagem de que Jesus cuidaria de mim e que eu deveria focar na palavra ‘vida’. Na hora, não atentei para a coincidência com o nome da igreja, mas as peças foram se encaixando e fui sentindo cada vez mais a presença Dele”, conta Dani Valente.



O que é a fibromialgia
De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 3% da população brasileira tem fibromialgia. De cada 10 pacientes com a doença, sete a nove são mulheres. Entretanto, a síndrome também pode acometer homens, idosos, adolescentes e crianças.
É uma doença que causa dor em todo o corpo, principalmente nos músculos e tendões. A síndrome também provoca fadiga, distúrbios do sono, ansiedade, alterações de memória e de atenção, cansaço excessivo e depressão.
Apesar de não avançar ao longo dos anos, a fibromialgia não tem cura.
Em pessoas que não realizam tratamento, a doença pode evoluir para incapacidade física e limitação funcional, além de complicações com bastante impacto sobre a qualidade de vida do paciente.
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