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“Roupa me machuca”: Dani Valente revela rotina difícil com fibromialgia

Morando nos Estados Unidos e afastada da TV, ela contou como as dores crônicas e a fadiga impactam a rotina
16/09/2025 - 13:18 - Atualizada em: 16/09/2025 - 13:47
Dani Valente releva detalhes da luta contra a fibromialgia. — (Foto: Redes sociais/Reprodução)
Dani Valente releva detalhes da luta contra a fibromialgia. — (Foto: Redes sociais/Reprodução)

A atriz Dani Valente, de 48 anos, abriu o coração ao revelar os desafios que enfrenta diariamente desde que recebeu o diagnóstico de fibromialgia, em 2016. Morando nos Estados Unidos e afastada da TV, ela contou como as dores crônicas e a fadiga impactam a rotina. As informações são do portal O Globo.

“Eu fico exausta e com a mente sobrecarregada, posso ter uma crise. A roupa me machuca, a alça do sutiã queima, o elástico da calcinha incomoda. Aí eu preciso dar uma sumida, ficar deitada, entrar em uma banheira quente”, relatou Valente.

Fibromialgia e mudança para os EUA

A mudança para Orlando, nos Estados Unidos, em 2022, também marcou uma transformação espiritual, conforme relatou ao O Globo.

Ao lado do marido, o ator e filho de Marília Gabriela, Christiano Cochrane, e da filha, Valentina, Dani conheceu a igreja Vida Church e diz ter vivido uma experiência divina.

“Quando cheguei, a dor era tanta que eu usava bengala. Algumas amigas me chamaram para o grupo e começaram a orar por mim. O Christiano estava viajando na época, e elas vinham aqui, cuidavam de mim, ajudavam com as atividades da Valentina. Comecei a orar e tive um encontro muito bonito com Jesus”.

A atriz explica que a fé trouxe força para enfrentar os sintomas da fibromialgia. “Por coincidência, fui fazer constelação familiar e recebi uma mensagem de que Jesus cuidaria de mim e que eu deveria focar na palavra ‘vida’. Na hora, não atentei para a coincidência com o nome da igreja, mas as peças foram se encaixando e fui sentindo cada vez mais a presença Dele”, conta Dani Valente.

O que é a fibromialgia

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 3% da população brasileira tem fibromialgia. De cada 10 pacientes com a doença, sete a nove são mulheres. Entretanto, a síndrome também pode acometer homens, idosos, adolescentes e crianças.

É uma doença que causa dor em todo o corpo, principalmente nos músculos e tendões. A síndrome também provoca fadiga, distúrbios do sono, ansiedade, alterações de memória e de atenção, cansaço excessivo e depressão.

Apesar de não avançar ao longo dos anos, a fibromialgia não tem cura.

Em pessoas que não realizam tratamento, a doença pode evoluir para incapacidade física e limitação funcional, além de complicações com bastante impacto sobre a qualidade de vida do paciente.

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