Preso com “smartwatch” motivou operação contra entrada de eletrônicos na Penitenciária de Florianópolis
Uma operação integrada investigou, nesta quinta-feira (21), a chegada de aparelhos eletrônicos na Penitenciária de Florianópolis. A investigação aponta que presos estariam recebendo itens como smartwatches dentro do presídio.
A operação foi deflagrada na manhã desta quinta. Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos, além de um afastamento de sigilo bancário contra um suspeito de facilitar a entrada dos dispositivos na Penitenciária de Florianópolis.
Além disso, uma prisão em flagrante foi realizada pela posse de quase 3 quilos de maconha. Balanças de precisão, material para embalar drogas e celulares também foram apreendidos pelos agentes de segurança.
Operação ocorreu em Florianópolis
A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), coordenado pelo Ministério Público (MPSC), em apoio à investigação presidida pela 39ª Promotoria de Justiça da Capital.
Investigação começou a partir de um “smartwatch”
A investigação do Gaeco começou a partir da apreensão de um smarthwatchequipado com chip e carregador em posse de um integrante de organizações criminosas. Ele foi localizado por agentes da Polícia Penal.
A apuração revelou a existência de um possível esquema que facilitaria a entrada de eletrônicos na Penitenciária de Florianópolis. Os objetos apreendidos são encaminhados para Polícia Científica.
Apoio da Secretaria do Estado
Na operação o Gaeco conta com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social (Sejuri) por intermédio da Corregedoria e também por agentes de Inteligência da Polícia Penal que auxiliam as equipes designadas no cumprimento das ordens judiciais.
Penitenciária será demolida





*Sob supervisão de Vitória Hasckel