Preço de imóveis em bairros nobres de Florianópolis sobe mais de 8%; veja regiões
Os bairros mais caros ficaram ainda mais valorizados em Florianópolis. É o que mostra o índice FipeZAP, que acompanha a variação dos preços de imóveis residenciais com base em anúncios da internet. A reportagem da CBN Floripa teve acesso ao levantamento divulgado na terça-feira (6); confira.
Florianópolis registrou um aumento de 8,65% nos valores de imóveis entre janeiro e dezembro do último ano. Em comparação com as outras capitais brasileiras, o município foi o 10º que mais cresceu nos últimos meses, atrás de cidades como Salvador (16,25%), João Pessoa (15,15%) e Vitória (15,13%).
O preço médio dos imóveis de Florianópolis no período foi de R$ 12.773 por metro quadrado — número que coloca a capital catarinense como a 5ª cidade mais cara. Florianópolis ficou atrás de municípios como Balneário Camboriú (R$ 14.906/m²), Itapema (R$ 14.843/m²) e Vitória (R$ 14.108/m²). (Confira abaixo o ranking de bairros mais caros de Florianópolis)
Quais os bairros mais caros de Florianópolis?





Os bairros mais caros de Florianópolis, segundo o índice FipeZAP são:
- Agronômica — R$ 15.325 por metro quadrado.
- Centro — R$ 13.597 por metro quadrado.
- Córrego Grande — R$ 13.009 por metro quadrado.
- Itacorubi — R$ 12.412 por metro quadrado.
- Saco dos Limões — R$ 12.026 por metro quadrado.
- Trindade — R$ 11.978 por metro quadrado.
- Estreito — R$ 11.451 por metro quadrado.
- Coqueiros — R$ 11.436 por metro quadrado.
- Ingleses — R$ 9.988 por metro quadrado.
- Capoeiras — R$ 7.986 por metro quadrado.
Como o índice funciona?
Desenvolvido em parceria pela Fipe e pelo Grupo OLX (Zap, Viva Real e Olx), o Índice FipeZAP de Venda Residencial acompanha a variação dos preços de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras, com base em informações de anúncios veiculados na internet.
Quantas pessoas moram em Florianópolis?
Além do preço médio dos imóveis, o índice também traz outros dados de Florianópolis. Em especial, o levantamento indica que os mais de 537 mil moradores da capital catarinense recebe em média R$ 10.160 por domicílio — sendo mais de 220 mil domicílios no minicípio.
*Sob supervisão de Nicoly Souza