O que a esquerda marxista propõe em volta ao comando do sindicato do servidores em Joinville

A prefeitura de Joinville é uma das maiores “empresas” da cidade com aproximadamente 13 mil trabalhadores. Logo, trata-se de uma categoria com grande importância econômica para a cidade. Mas para além disso, são trabalhadores que estão na linha de frente do serviço público, nas escolas, postos de saúde e hospitais por exemplo.
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A partir de 23 abril, essa categoria passa a ser comandada por novos representantes, liderados por Mara Lúcia Tavares, professora na Escola Municipal João Costa e servidora há 25 anos. O grupo é ligado à Organização Comunista Internacionalista, novo nome da Esquerda Marxista. O mesmo grupo já esteve à frente do Sindicato entre 2010 e 2019.
Fotos da organização em Joinville
— Hoje o sindicato conta com apenas 30% de servidores públicos municipais filiados. Então o nosso trabalho enquanto direção do sindicato estará focado na organização dos trabalhadores, que promoverá uma ampla discussão política com os servidores públicos elevando a consciência da categoria — destaca a presidente.
Durante a campanha, os integrantes destacaram que no último período que o grupo comandou o sindicato foram realizadas “as maiores greves que Joinville já teve”. Um cartão de visitas que recebeu 749 votos dos servidores para o novo mandato.
Entre as pautas da nova diretoria estão a reversão de todas as terceirizações e privatizações, revogação imediata da reforma do Ipreville, além de atuação contra terceirizações.
Com essas pautas e considerando o histórico de 2010 a 2019, certamente a tensão na relação entre sindicato e governo deve aumentar.
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