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Morte de milhares de peixes em rio de Palhoça é investigada por órgãos ambientais

Fenômeno preocupou moradores e resultou na atuação de equipes profissionais
24/02/2026 - 11:22 - Atualizada em: 24/02/2026 - 11:22
Milhares de peixes foram encontrados mortos nas águas, preocupando a comunidade local (Foto: PMP, Divulgação)

O aparecimento de milhares de peixes mortos no Rio Imaruí, em Palhoça, mobiliza autoridades ambientais nesta semana. O fenômeno foi registrado no trecho próximo à Avenida Rio Grande, na região central do município, e a área segue sendo monitorada pela Fundação Cambirela do Meio Ambiente (FCAM).

O fenômeno chamou atenção da comunidade, que acionou a Prefeitura de Palhoça. Segundo a gestão municipal, a equipe técnica da Fundação Cambirela do Meio Ambiente (FCAM) realizou vistoria no local.

Localizado em Palhoça, o Rio Imaruim é considerado um dos rios mais conhecidos da Grande Florianópolis, atravessa grande parte do município.

Rio atravessa região central de Palhoça, na Grande Florianópolis

Para auxiliar na investigação, equipes da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola (Cidasc), da Polícia Científica e do Instituto do Meio Ambiente (IMA) foram acionadas.

Qual a causa por trás da morte dos peixes?

Até o momento, não há uma causa concreta por trás da morte dos peixes. De acordo com a Defesa Civil do município, o órgão municipal trabalha com duas hipóteses: descarte irregular de embarcação de pesca ou a entrada acidental no rio de um cardume de manjubinhas, espécie de água salgada, o que teria provocado choque osmótico.

Entretanto, um especialista afirmou ao NSC Total que a causa mais provável para a morte dos animais é a baixa concentração de oxigênio na água, possivelmente associada à poluição e à degradação ambiental do trecho.

A equipe técnica da prefeitura confirmou que a decomposição dos animais não apresenta risco à saúde da população.

Em comunicado, a Prefeitura de Palhoça declarou que segue monitorando a situação e adotando as medidas necessárias para minimizar os impactos ambientais e os transtornos à comunidade.

*Sob supervisão de Vitória Hasckel

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