Kéfera desabafa na web após ataques em vídeo polêmico: “Maldade”
Após publicar o primeiro vídeo de uma nova série em que fala sobre as consequências de crescer diante das câmeras, na segunda-feira (13), a influenciadora Kéfera Buchmannm, voltou às redes para responder às críticas e ataques que recebeu. A criadora de conteúdo afirmou que é alvo de comentários de ódio há mais de 15 anos e que a violência verbal na internet se tornou algo “normalizado”.
Kéfera, de 32 anos, ficou conhecida em 2010, quando iniciou no YouTube com o canal 5incominutos. Na época, com 17 anos, ganhou relevância por ser uma das primeiras pessoas do Brasil a atingir um milhão de inscritos na plataforma.
Esse é o gancho que deu início à série, e no primeiro vídeo, Kéfera propõe uma reflexão sobre a exposição precoce na internet e o julgamento público.
— Quem você era aos 17 anos? E o que você seria se tivesse uma câmera acompanhando cada passo seu durante toda a sua juventude? Como é que você acha que o mundo te veria se, aos 17, 18 anos, você falasse exatamente tudo o que você pensa para milhões de pessoas? Eu cresci na internet, então, na minha cabeça, era como se cada seguidor fosse um melhor amigo — diz Kéfera no vídeo.
— E eu não queria esconder nada dos meus melhores amigos. Obviamente eu já falei muita besteira, eu era uma adolescente. Mas, de alguma forma, o mundo esperava que eu fosse um exemplo, madura e perfeita. Mas eu era só uma adolescente usando uma câmera como um diário. Como você teria se saído no meu lugar? — indaga a influenciadora.
Kéfera rebate ataques e expõe comentários de ódio
A repercussão da publicação foi imediata e gerou uma onda de críticas, que Kéfera fez questão de responder.
Em novas postagens nesta quarta-feira (15), a atriz destacou que, apesar de ter escolhido se expor, nenhuma pessoa deveria ser alvo de tanto ódio gratuito.
“Eu ligava a câmera por livre e espontânea vontade, mas sou xingada na internet diariamente há 15 anos”, escreveu em uma publicação.
A influenciadora também compartilhou alguns dos comentários ofensivos recebidos: “Essa moça é mongolóide?”, dizia um.
“Sociopata tentando passar de empática. É cada um”, acrescentou outro. “Que você queime no inferno”, escreveu um terceiro.
“Quantas pessoas vão ter que vir aqui falar que isso dói para vocês pararem? Isso dói”, afirmou Kéfera, visivelmente abalada.
Em seguida, ela refletiu sobre o impacto da hostilidade online. “Quantas pessoas vão ter que vir aqui falar que isso dói para vocês pararem? Isso dói”, afirmou Kéfera.
Apesar da repercussão, a criadora de conteúdo afirmou que pretende seguir abordando o tema nas redes sociais.
“Nos próximos dias eu vou continuar compartilhando aqui nesse espaço, nesse perfil que é meu, como foi a minha vida nesse contexto”, completou.
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