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Inscrições para trabalho voluntário na segurança de Florianópolis estão abertas; saiba mais

Candidatos não receberão salário, mas terão despesas ressarcidas a depender das horas trabalhadas
02/12/2025 - 13:55 - Atualizada em: 02/12/2025 - 13:55
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Edital oferece 100 vagas para atuar (Foto: GMF, Divulgação)

O edital do programa de Agentes Comunitários de Segurança, que autoriza o trabalho voluntário na Secretaria Municipal de Segurança e Ordem Pública (SMSOP), foi publicado na segunda-feira (1°). São ofertadas 100 vagas para atuação durante a temporada de verão 2025/2026 em Florianópolis.

Por se tratar de um trabalho voluntário, os candidatos de não terão vínculo empregatício e não receberão salário. O edital estabelece, no entanto, a possibilidade de ressarcimento de despesas. As inscrições estão abertas até a próxima segunda (8) e devem ser feitas no formulário oficial.

Quem pode participar da seleção

Para participar, os candidatos devem:

Quanto um candidato pode receber

A seleção, apesar de ser uma atuação voluntária, permite que as despesas dos selecionados sejam ressarcidas. Os valores são os seguintes:

O documento também prevê que, caso não haja disponibilidade financeira, a secretaria deverá comunicar formalmente os agentes, que poderão seguir atuando sem receber o valor.

Quais as funções do trabalho

Os voluntários aprovados vão apoiar a atuação da secretaria em atividades diversas. As funções incluem atendimento na central de operações, apoio em eventos públicos, suporte administrativo e participação em cursos de capacitação.

As escalas serão definidas pela SMSOP conforme a disponibilidade informada pelos voluntários interessados. O termo de adesão terá vigência até 5 de maio de 2026, com possibilidade de prorrogação.

Como seleção foi viabilizada

O projeto de lei que criou o programa foi aprovado pela Câmara Municipal em 11 de novembro e sancionado pelo prefeito Topázio Neto (PSD) no dia 25 do mesmo mês. A proposta prevê a participação de civis em atividades de apoio à Guarda Municipal, Defesa Civil e setor de Fiscalização.

Na época, a proposta causou polêmicas entre vereadores de oposição, que classificaram o programa como “inconstitucional”.

Segundo a prefeitura, a iniciativa busca ampliar o suporte às ações de segurança durante o período de verão. Segundo a administração, em temporadas anteriores foi necessário contratar equipes terceirizadas, o que gerou despesas próximas de R$ 300 mil apenas entre 2024 e 2025.

*com informações do NSC Total

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