“Coração apertava”: confira relato de pai de Juliana Marins ao abrir mochila que filha usava
A mochila de Juliana Marins, que morreu após cair em vulcão na Indonésia, teve sua mochila aberta por seu pai, Manoel, em vídeo nas redes sociais. Segundo ele, a mochila estava guardada desde que chegou no Brasil.
Natural de Niterói (RJ), Juliana era dançarina profissional e publicitária, ela morreu enquanto fazia um mochilão pela Ásia. O acidente aconteceu em junho, quando Juliana teria escorregado e caído cerca de 300 metros de profundidade em uma encosta.
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— A medida em que retirávamos seus pertences, nosso coração apertava. Cada peça de roupa, cada objeto, nos remetia a uma gama de lembranças e sentimentos dos momentos felizes que passamos juntos — relatou Manoel.
Segundo Manoel, peças de roupa e objetos pessoais estão guardados. O pai de Juliana relatou que tanto ele quanto a mãe da jovem se emocionaram durante a busca na mochila.
Juliana caiu em vulcão na Indonésia
O resgate da brasileira Juliana Marins, que sofreu uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, enfrentou grandes desafios. A jovem de 24 anos estava no local onde equipes de busca relataram dificuldades de acesso e riscos por conta do clima e do terreno.
A região do vulcão, que fica na ilha de Lombok, é de difícil acesso e está coberta por forte neblina e sereno, o que deixa as pedras escorregadias e reduz drasticamente a visibilidade. Juliana caiu cerca de 300 metros abaixo da trilha, em uma área íngreme.
De acordo com a CNN, o cenário tem imposto limites às equipes de resgate, que tiveram de interromper temporariamente as buscas por conta do mau tempo.
*Sob supervisão de Nicoly Souza
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