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Conta de luz seguirá mais cara em outubro; veja quanto vai pesar no bolso

O acionamento da bandeira se deve ao baixo volume de chuvas e à queda nos níveis dos reservatórios
27/09/2025 - 11:16 - Atualizada em: 27/09/2025 - 11:16
Conta de luz seguirá mais cara em outubro; veja quanto vai pesar no bolso. — (Foto: Celesc/Reprodução)
Conta de luz seguirá mais cara em outubro; veja quanto vai pesar no bolso. — (Foto: Celesc/Reprodução)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou nesta sexta-feira (26) que a bandeira tarifária de outubro será a vermelha patamar 1. Na prática, isso significa que os consumidores pagarão R$ 4,46 a mais a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, elevando o valor da conta de luz.

Embora a bandeira vermelha 1 aponte uma tarifa mais alta, a mudança significa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando foi acionada a de patamar 2.

Bandeira vermelha na conta de luz

De acordo com a ANEEL, o acionamento da bandeira se deve ao baixo volume de chuvas e à queda nos níveis dos reservatórios, o que compromete a geração de energia hidrelétrica.

Para manter a oferta, é necessário acionar as usinas termelétricas, que têm custos de produção mais altos, refletindo diretamente na tarifa de energia elétrica.

E, mesmo com a redução para o patamar 1, o alerta permanece de que o consumo consciente é fundamental.

Como funcionam as bandeiras tarifárias

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza, de forma mensal, os custos de geração de energia no país. Ele indica se há condições favoráveis para produção ou se é preciso recorrer a fontes mais caras, como as termelétricas.

Antes da adoção do modelo, os consumidores só percebiam os impactos nos reajustes anuais. Hoje, ao ter ciência da bandeira vigente, cada família pode adaptar o consumo e reduzir despesas.

A ANEEL reforça que a economia de energia não só ajuda no controle do orçamento doméstico, mas também contribui para a preservação ambiental.

“A economia de energia também contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, destacou o órgão em comunicado.

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