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Como indigestão revelou câncer terminal em jovem maratonista

Homem corria maratonas, mantinha uma rotina ativa e dizia estar em ótima forma
16/10/2025 - 11:10 - Atualizada em: 16/10/2025 - 11:11
Maratonista descobre câncer terminal aos 41 anos após confundir sintomas com indigestão. (Foto: Zack Van Aarde/Daily Mail)
Maratonista descobre câncer terminal aos 41 anos após confundir sintomas com indigestão. (Foto: Zack Van Aarde/Daily Mail)

O que parecia apenas um caso comum de refluxo se transformou em um diagnóstico devastador para Zack Van Aarde, de 41 anos. O britânico, pai de duas crianças e maratonista amador, acreditava sofrer de uma leve indigestão até começar a vomitar sangue, um sinal que o levou às pressas ao hospital e revelou um câncer de esôfago em estágio quatro.

Morador da Inglaterra, Zack sempre levou uma vida saudável. Corria maratonas, mantinha uma rotina ativa e dizia estar em ótima forma.

Os primeiros sinais apareceram ainda em 2024, quando passou a sentir refluxo e desconforto estomacal. O médico prescreveu omeprazol, um medicamento comum usado para reduzir a acidez no estômago. Mesmo assim, os sintomas continuaram e pioraram com o tempo.

Em julho deste ano, a situação saiu do controle. — Acordei de madrugada com um barulho forte e ouvi uma respiração pesada — contou a esposa, Jess, de 42 anos, ao site Daily Mail.

— Quando cheguei ao quarto, ele estava no chão e vomitava sangue. Tentamos manter a calma para não assustar as crianças, mas chamei uma ambulância imediatamente — relembra a mulher.

De simples indigestão a diagnóstico de câncer terminal

O homem foi levado ao hospital, momento que os médicos suspeitaram de uma úlcera. Entretanto, uma endoscopia revelou algo muito mais grave: um câncer avançado no esôfago, já em estágio terminal.

— Foi como estar dentro de um filme — disse Jess. — Você ouve o diagnóstico e simplesmente não acredita que é real — acrescentou.

Mesmo com a gravidade do quadro, a equipe médica optou por iniciar a quimioterapia em vez da cirurgia, tentando reduzir o tumor.

Desde então, Zack passa por sessões a cada duas semanas, além de exames e testes constantes para acompanhar a evolução da doença.

— Contar para os meus filhos que eu tenho câncer foi a parte mais difícil — diz Zack, pai de Joshua, de 10 anos, e Hannah, de 8. — Mas eles são fortes e estão lidando com tudo de forma admirável — revela.

— Estou fazendo tudo o que posso para ter a melhor chance de continuar aqui pela minha família —afirma ele.

Por fim, o homem ressalta a importância de estar atento aos sinais que o corpo dá. — Às vezes, a gente acha que está tudo bem porque os sintomas parecem simples — indaga. — Mas se eu tivesse investigado antes, talvez a história fosse diferente — concluí.

*Com informações do Daily Mail UK.

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