Cesta básica tem alta em Florianópolis e se consolida como uma das mais caras do BR
O custo da cesta básica em Florianópolis registrou aumento de 1,04% em relação ao mês passado, de acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira (7), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)
Com o aumento, o valor da cesta em Florianópolis chegou a R$ 867,83, permanecendo como a segunda mais cara do país, atrás apenas de São Paulo, onde o conjunto de alimentos essenciais custou R$ 882,76.
Segundo o Dieese, apesar da leve alta em junho, o tempo médio necessário para um trabalhador que recebe um salário mínimo adquirir os produtos da cesta caiu. Em todo o país, foram necessárias 107 horas e 10 minutos de trabalho em junho, contra 107 horas e 41 minutos em maio.
Todas as capitais tiveram alta nos preços





Ainda conforme o levantamento, o salário mínimo ideal para suprir as necessidades básicas de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.416,07, valor que representa 4,89 vezes o salário mínimo atual (R$ 1.518). Em abril, esse valor estimado era maior: R$ 7.528,56.
No acumulado do ano, todas as capitais pesquisadas apresentaram alta no custo da cesta básica. Em Fortaleza, por exemplo, os preços subiram 9,10% entre dezembro de 2024 e junho de 2025.
Produtos que baratearam
Entre os produtos que mais contribuíram para aliviar os preços em diversas cidades estão a batata, o arroz agulhinha, o óleo de soja, o leite integral, a carne bovina de primeira e o café, que apresentaram queda em grande parte das capitais analisadas.
O Dieese monitora mensalmente o custo dos alimentos básicos com base em uma cesta composta por 13 produtos, definidos conforme o consumo médio de uma pessoa adulta ao longo de um mês.
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