Adriane Galisteu é diagnosticada com síndrome que paralisa o movimento das pernas; entenda
A apresentadora Adriane Galisteu, de 52 anos, revelou nesta segunda-feira (6) que foi diagnosticada com síndrome do piriforme, condição causada pela compressão do nervo ciático pelo músculo piriforme, localizado na região do quadril. A artista tranquilizou os fãs e contou que já iniciou o tratamento médico.
Galisteu explicou, em vídeos publicados nos Stories do Instagram, que procurou um hospital no domingo (5) após sentir fortes dores na perna.
— Descobrimos o que eu tenho, já é um bom caminho. Síndrome do piriforme. Nunca tinha ouvido falar disso, agora estou entendendo um pouco mais. Fica ao lado do ciático — contou.
Segundo ela, o incômodo começou depois de um treino:
— Eu fui fazer um agachamento e errei o peso. Deve ter dado algum enrosco com algum nervo
Galisteu abre o jogo sobre recuperação






A apresentadora descreveu a dor como intensa e constante:
— É uma dor muito estranha, que eu não sei nem explicar. Tenho a sensação de que enfiaram uma faca na minha perna e, de vez em quando, alguém vai lá e dá uma giradinha. Me dá cada choque — relatou.
Tratamento e recuperação
Adriane contou que está tomando anti-inflamatórios e realizando exames, incluindo uma ressonância magnética. Além disso, compartilhou que tem feito um tratamento para aliviar as dores, que inclui sessões em uma cama de gelo.
— Essa cama é uma cama de gelo, fica a 3 graus, e a gente fica aqui por dois ou três minutos. Ajuda a desinflamar o corpo e aliviar as dores — explicou.
De acordo com a equipe de comunicação da apresentadora, Adriane está sendo acompanhada por seus médicos e deve seguir normalmente com sua agenda profissional.
O que é a síndrome do piriforme
A síndrome do piriforme é uma condição musculoesquelética que ocorre quando o músculo piriforme, localizado profundamente no quadril, comprime o nervo ciático. Os sintomas mais comuns incluem dor, formigamento e sensação de “choque” irradiando pela perna.
O tratamento geralmente envolve repouso, medicamentos anti-inflamatórios, fisioterapia e, em alguns casos, sessões de crioterapia, como o método usado por Adriane.
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