Postura: veja dicas de como evitar dores e lesões por esforço repetitivo no trabalho
A postura no trabalho é um detalhe muito importante da rotina. Segundo o Ministério da Saúde, o esforço repetitivo, ou a lesão causada pelo desempenho de atividade repetitiva, é uma doença causada por tarefas do trabalho como digitar, dirigir, entre outras.
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A postura incorreta é uma justificativa frequente para o surgimento do problema. Segundo o ministério, as lesões por esforços repetitivos se instalam progressivamente e podem passar despercebidas por anos.
Por isso, é importante prestar atenção nos movimentos feitos durante o expediente, junto da postura adotada durante as longas horas do trabalho.
Quais os sintomas do esforço repetitivo
Algumas das queixas comuns são:
- Fadiga muscular
- Inflamação local crônica
- Sensibilidade ao toque
- Queimação
- Dor intensa
- Dificuldade para movimentar os dedos
- Formigamento nas extremidades
O diagnóstico é feito com a investigação do histórico do paciente e com exames físicos de imagem.
Como evitar as lesões no trabalho
Diversos estudos de especialistas mostram como evitar as lesões no trabalho. Alguma dicas são:
- Pausa nas digitações a cada 25 minutos;
- Pausa no computador a cada 50 minutos;
- Não passar mais de cinco horas por dia digitando;
- Beber água ao longo do dia;
- Ajustar a postura enquanto trabalha;
- Evitar apoiar os cotovelos na cadeira;
- Manter o monitor a uma distância mínima de 50 centrímetros;
- Cuidar da postura em casos de levantamentos de peso;
- Evitar o sedentarismo;
- Ter consultas regulares com médicos.
Como aliviar a dor das lesões no trabalho
O tratamento médico para a lesão por movimento repetitivo relacionada com o trabalho inclui analgésicos e anti-inflamatórios. Eles são eficazes para alívio a curto prazo da dor causada por lesões por movimento repetitivo e agilizam a resolução da tendinite e da bursite.
Se os sintomas são graves ou persistentes, pode ser necessário encaminhamento a um cirurgião ortopedista para aplicação de injeções de corticoides e possível intervenção cirúrgica.
*Sob supervisão de Raquel Vieira
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