Por que você nunca deve usar pistolas massageadoras no pescoço, alerta neurologista
As pistolas massageadoras viraram objeto de desejo de muita gente. Principalmente, depois do aumento no número de pessoas que praticam atividade física diariamente e usam a pistola para relaxar os músculos. Elas viraram aliadas até de quem chega tenso depois de um dia de trabalho.
No entanto, elas precisam ser usadas da forma certa. O neurologista Baibing Chen, da Universidade de Michigan, fez um alerta em suas redes sociais sobre o uso indiscriminado das pistolas massageadoras e como isso pode prejudicar a saúde do cérebro.





O perigo das pistolas massageadoras
Com mais de 163 mil seguidores, Chen publicou que jamais usaria uma pistola massageadora no pescoço. O médico explica que as artérias vertebrais e carótidas do pescoço são muito vulneráveis a danos que podem ser causados por força dos movimentos repetitivos da pistola.
Em caso de ruptura de uma artéria, o neurologista alerta para a formação de coágulos sanguíneos, e resultando em um possível acidente vascular cerebral (AVC). Chen diz que também existe o risco de deslocamento de placas da parede da artéria.
Outras atitudes também podem prejudicar o cérebro
Isso seria perigoso porque pode deslocar um coágulo para o cérebro e levar a um derrame isquêmico. O médico alerta que o uso da pistola massageadora não é a única atitude que pode vir a prejudicar o cérebro. Outra delas é uma bem comum, principalmente quando estamos em locais fechados e com muita gente: segurar o espirro.
Segundo Chen, o espirro gera uma pressão alta interna. Isso pode romper tímpanos e prejudicar os tecidos da garganta. O aumento da pressão de forma rápida pode também romper vasos sanguíneos do cérebro, levando a hemorragia ou sangramento intracerebral.
O neurologista ainda diz que mais uma prática comum na rotina de muita gente exige cuidado. O uso dos fones de ouvido. O ideal é não escutar em volume muito alto. Para o médico, música alta não faz mal apenas para os ouvidos, mas também para o cérebro.
O motivo seria a associação entre perda auditiva e demência. Segundo o médico, quando o cérebro fica com dificuldades para processar o som, realoca recursos da memória e do pensamento, o que aumenta o declínio cognitivo.
Como e onde fazer colonoscopia de graça; exame que previne câncer de Preta Gil