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Câncer de tireoide: por que as mulheres são as mais afetadas pela doença

Embora apresente bom prognóstico, o tumor papilífero exige atenção aos sinais precoces
09/03/2026 - 21:29
(Foto: Banco de Imagens)

O câncer de tireoide mantém um perfil epidemiológico no Brasil: ele tem “rosto feminino” e idade preferencial. Dados apontam que as mulheres são duas vezes mais propensas a desenvolver a doença do que os homens, com uma concentração de casos na faixa etária entre os 30 e 50 anos.

Apesar do alerta, o cenário é de otimismo quando há detecção precoce. Especialistas reforçam que este é um dos tipos de câncer com melhor prognóstico, apresentando altos índices de cura. O assunto foi tema do Medicina e Saúde, na CBN Floripa, no sábado (7), com participação da médica Endocrinologista Mariana Costa Silva. Ouça:

O tipo mais comum

O carcinoma papilífero é o protagonista nas estatísticas, representando cerca de 80% dos diagnósticos (8 em cada 10 casos). De crescimento lento, esse tipo de tumor pode se espalhar para os gânglios linfáticos do pescoço, mas responde muito bem ao tratamento médico.

Sintomas e diagnóstico

A conscientização é a principal ferramenta para a qualidade de vida do paciente. Por ser uma doença que muitas vezes não apresenta dores iniciais, o autoexame e o acompanhamento clínico são fundamentais. Os principais sinais de alerta incluem:

O tratamento varia conforme a agressividade e o estágio da doença, podendo incluir cirurgia (tireoidectomia) e, em casos específicos, a radioiodoterapia.

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